Exibição do filme a Febre do Macaco Preto acontecerá no dia 26 de fevereiro, no anfiteatro municipal em Porto Ferreira.

Exibição do filme a Febre do Macaco Preto acontecerá no dia 26 de fevereiro, no anfiteatro municipal em Porto Ferreira.

Exibição do filme a Febre do Macaco Preto acontecerá no dia 26 de fevereiro, no anfiteatro municipal em Porto Ferreira.

No próximo 26 de fevereiro de 2026, às 19h30, o Anfiteatro Municipal Isaltino Casemiro, em Porto Ferreira, será mais do que palco de uma exibição. Será território de reflexão, emoção e confronto interior. Uma noite em que o cinema e a literatura se encontrarão para provocar algo raro: despertar consciências. A exibição do filme “A Febre do Macaco Preto” não é apenas uma sessão cinematográfica. É um mergulho simbólico nas sombras humanas, nos medos coletivos, nas estruturas invisíveis que aprisionam pensamentos e comportamentos. O “macaco preto” não é apenas uma figura narrativa, ele representa aquilo que evitamos encarar: nossos impulsos, nossas contradições, nossas heranças sociais e emocionais. O cinema, quando é verdadeiro, não serve apenas para entreter. Ele inquieta. Ele provoca. Ele nos obriga a olhar para dentro. E é justamente nesse ponto que a noite ganha uma dimensão ainda mais profunda com o diálogo com o livro “Quebrando Algemas para Libertar a Mente”, obra que propõe um movimento interno de ruptura: romper com crenças limitantes, com prisões psicológicas, com as correntes invisíveis que nos impedem de viver com autonomia e consciência. Se o filme revela as sombras, o livro aponta a possibilidade de libertação. Juntos, eles constroem uma ponte entre a arte e a transformação pessoal. Entre a ficção e a vida real. Entre o medo e a coragem. Vivemos tempos em que somos constantemente bombardeados por ruídos externos, opiniões prontas e padrões impostos. Libertar a mente tornou-se um ato de resistência. Pensar tornou-se um ato revolucionário. E pereceber, talvez, o gesto mais humano que ainda nos resta. O evento, ministrado pelo escritor Alex de Souza Magalhães, propõe exatamente isso: um encontro onde a cultura não é apenas consumo, mas experiência. Onde o público não é apenas espectador, mas participante de uma reflexão coletiva sobre liberdade, identidade e consciência. “Mais do que uma exibição, será um convite: a questionar as próprias certezas. A reconhecer as próprias algemas. A compreender os próprios ‘macacos pretos’. E, principalmente, a assistir algo e sair diferente de como chegou”, ressalta Alex.  

Em uma cidade que a cultura precisa respirar e a ter a alma de resistência artística, a noite do dia 26 promete ser um marco simbólico, um lembrete de que a arte ainda é uma das ferramentas mais poderosas de transformação social e pessoal. “Porque toda febre revela algo que precisa ser curado. E toda corrente quebrada anuncia um novo começo”, completa o Magalhães.

📅 26 de fevereiro de 2026
🕢 19h30
📍 Anfiteatro Municipal Isaltino Casemiro — Estação da Fepasa – Porto Ferreira (Apoio: Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Porto Ferreira Online, Jornal do Porto e Colégio Objetivo)
🎟️ Entrada gratuita

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