A Febre do Macaco Preto vai virar longa-metragem e busca parceiros para nova produção

A Febre do Macaco Preto vai virar longa-metragem e busca parceiros para nova produção

Após a repercussão do curta, o roteirista Alex Magalhães amplia a história e inicia campanha para viabilizar novo filme da Estrada Films.  O que começou como um curta-metragem agora ganha novos capítulos. A Febre do Macaco Preto, produção escrita e produzida pelo escritor e roteirista Alex Magalhães, será transformada em um longa-metragem e já inicia campanha em busca de parceiros para a realização do novo projeto.

A produção manterá a equipe responsável pelo curta, com a Estrada Films na produção e Janderson Rodrigues na direção. A proposta agora é ampliar a narrativa, aprofundar seus personagens e levar ao cinema uma história marcada por simbolismo, conflitos sociais e reflexão sobre o racismo e a desigualdade. O projeto nasceu a partir da repercussão do curta. Segundo Alex Magalhães, os pedidos do público foram determinantes para que a história ganhasse uma nova dimensão. “Muitas pessoas que assistiram ao curta perguntavam quando viria o longa. Percebi que a história ainda tinha muito a dizer e comecei a trabalhar no roteiro”, afirma. A aposta é transformar criatividade e planejamento em ferramentas para superar limitações orçamentárias. No centro da história está Isaura, uma mulher negra submetida durante anos a condições análogas à escravidão por sua patroa, Luana. A partir de sua trajetória, o filme amplia a discussão para temas como preconceito, dignidade, liberdade, desigualdade e responsabilidade social. O longa pretende preservar essa característica, mas apresentar uma história ainda maior. Segundo a produção, o novo roteiro aposta em personagens simbólicos, situações inesperadas e uma narrativa que mistura drama social, alegoria, fantasia e reflexão. A intenção é criar um filme que provoque discussão sem abrir mão do entretenimento e de momentos visualmente marcantes. A proposta é reunir parceiros que possam contribuir para transformar o projeto em uma produção cinematográfica independente, com possibilidade de contrapartidas de divulgação e associação institucional ao filme. A campanha também pretende aproximar o projeto de empresas e organizações interessadas em apoiar iniciativas audiovisuais que discutam questões sociais por meio do cinema.  Para Alex Magalhães, a transformação do curta em longa representa uma nova etapa de um projeto que nasceu pequeno, mas ganhou força com a resposta do público. “O curta despertou a vontade de continuar. O longa é uma oportunidade de aprofundar essa história e ampliar a reflexão. Estamos procurando quem queira acreditar no projeto e fazer parte dessa realização.  A Febre do Macaco Preto entra, assim, em uma nova fase: o filme já tem história, roteiro e equipe. Agora, procura parceiros para transformar o projeto em realidade, completa o Magalhães”.  Com campanha de parceria e patrocínio em andamento, o curta chegou ao público e agora, o longa quer chegar ao cinema.

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